Hipertensão Arterial é definida como a elevação permanente da pressão arterial acima de valores considerados normais.
Considera-se hipertensão arterial o valor de pressão arterial sistólica (PAS) igual ou superior a 140 mmHg ou pressão arterial diastólica (PAD) igual ou superior a 90 mmHg. São classificados como “normal limítrofe” os valores entre 130 e 139 mmHg de pressão arterial sistólica e 85 e 89 mmHg de pressão arterial diastólica.
Considera-se hipertensão arterial o valor de pressão arterial sistólica (PAS) igual ou superior a 140 mmHg ou pressão arterial diastólica (PAD) igual ou superior a 90 mmHg. São classificados como “normal limítrofe” os valores entre 130 e 139 mmHg de pressão arterial sistólica e 85 e 89 mmHg de pressão arterial diastólica.
A principal conseqüência da HAS é o aumento do risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, sendo responsável por 40% das mortes por Acidente Vascular Encefálico (AVE) e 25% dos óbitos por doença arterial coronariana. A elevação da PAS acima de 130 mmHg e da PAD acima de 85 mmHg, correlaciona-se com maior risco de complicações cardiovasculares e esta tendência torna-se cada vez mais acentuada a medida que os níveis pressóricos tornam-se mais elevados.
Os níveis elevados de pressão arterial estão relacionados a uma menor expectativa de vida. Assim a hipertensão tem elevado custo médico-social por ser um fator de risco importante para doença cardiovascular, cerebrovascular, insuficiência cardíaca, insuficiência renal e aterosclerose periférica.
Os níveis elevados de pressão arterial estão relacionados a uma menor expectativa de vida. Assim a hipertensão tem elevado custo médico-social por ser um fator de risco importante para doença cardiovascular, cerebrovascular, insuficiência cardíaca, insuficiência renal e aterosclerose periférica.