segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Noções Gerais sobre Hipertensão Arterial

Hipertensão Arterial é definida como a elevação permanente da pressão arterial acima de valores considerados normais.
Considera-se hipertensão arterial o valor de pressão arterial sistólica (PAS) igual ou superior a 140 mmHg ou pressão arterial diastólica (PAD) igual ou superior a 90 mmHg. São classificados como “normal limítrofe” os valores entre 130 e 139 mmHg de pressão arterial sistólica e 85 e 89 mmHg de pressão arterial diastólica.
A principal conseqüência da HAS é o aumento do risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, sendo responsável por 40% das mortes por Acidente Vascular Encefálico (AVE) e 25% dos óbitos por doença arterial coronariana. A elevação da PAS acima de 130 mmHg e da PAD acima de 85 mmHg, correlaciona-se com maior risco de complicações cardiovasculares e esta tendência torna-se cada vez mais acentuada a medida que os níveis pressóricos tornam-se mais elevados.
Os níveis elevados de pressão arterial estão relacionados a uma menor expectativa de vida. Assim a hipertensão tem elevado custo médico-social por ser um fator de risco importante para doença cardiovascular, cerebrovascular, insuficiência cardíaca, insuficiência renal e aterosclerose periférica.

Noções Gerais sobre o Diabetes

O Diabetes Mellitus (DM) é um distúrbio do metabolismo caracterizado pela ineficiência parcial ou total de insulina ou por uma resistência a ela. A insulina auxilia o organismo a usar os alimentos como fonte de energia. Nas pessoas com diabetes, ou o pâncreas para de fabricar a insulina, ou o organismo não consegue utilizá-la de forma eficiente. Sem a ação da insulina, a glicose, principal fonte de energia que utilizamos, fica circulando na corrente sanguínea, levando ao aumento dos índices de glicose, gerando então a hiperglicemia.
A Diabetes é uma das doenças crônicas mais freqüentes, atingindo mais de 7% da população brasileira.
Os tipos de diabetes mais conhecidos são:

Diabetes Mellitus Tipo 1
A falta de insulina ou a sua produção insuficiente pelo corpo estabelece como condição ao indivíduo a aplicacação de insulina. Ocorre com maior frequência em jovens.

Diabetes Mellitus Tipo 2
É o caso de pessoas que produzem insulina, porém esta não funciona de forma adequada. Atinge mais os adultos, pessoas com antecedentes familiares de Diabetes ou com o excesso de peso. Alimentação adequada, exercícios físicos, controle do peso, e em alguns casos o uso de medicamentos, seja a própria insulina ou comprimidos, ajudam no controle do Diabetes Tipo 2. Quando bem controlado, muitas complicações crônicas como: lesões graves e potencialmente fatais, como o infarto do miocárdio, derrame cerebral, cegueira, impotência, nefropatia, úlcera nas pernas e até amputações de membros, podem ser evitadas e o paciente portador do diabético pode ter uma vida perfeitamente normal.