terça-feira, 3 de novembro de 2009

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Avaliação dos Pés de Pessoas com Diabetes

Neste Link abaixo vocês terão acesso
Avaliação do Pé de Pessoas com Diabetes
Exame Neurológico
Exame dos Pés
Exame Vascular
Obs: Site elaborado p/Rita Sandoval

sábado, 17 de outubro de 2009

Viver saudável com Diabetes Mellitus - Grupo de convivência

O processo de viver saudável de pessoas com Diabetes Mellitus através de um grupo de convivência.
Trata-se de uma pesquisa qualitativa convergente-assistencial com o objetivo de compreender os elementos que influenciam o viver de pessoas com Diabetes Mellitus. Participaram deste estudo 26 pessoas de uma Unidade Básica de Saúde de Florianópolis - SC. Os dados foram obtidos das falas das pessoas no grupo de convivência e de entrevistas semi-estruturadas. Foram identificados como elementos que influenciam a vida de pessoas com Diabetes Mellitus: aceitação da doença, apoio familiar, incorporação dos cuidados no cotidiano, disposição na superação de dificuldades e a manutenção de ocupação/trabalho. O grupo de convivência foi considerado um elemento que contribui para um viver mais saudável ao promover a troca de experiências e o compartilhar de saberes. O papel da enfermagem é o de facilitar e oferecer suporte para a construção de novas possibilidades e qualificação do viver com sua condição crônica de saúde. Acesso ao artigo na integra.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Doenças Crônicas

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) representam um dos principais desafios para a saúde pública. Ameaçam a qualidade de vida de milhões de pessoas e representam elevado custo financeiro e social principalmente para os países de baixa renda.
Hoje, há evidências suficientes para se afirmar que é possível prevenir a maioria das DCNT, bem como alterar o seu curso, melhorando o prognóstico e a qualidade de vida dos indivíduos, por meio de ações para a prevenção dos principais fatores de risco para DCNT, com destaque para o tabagismo, a alimentação inadequada, o sedentarismo, a hipertensão arterial, a obesidade e o consumo abusivo de álcool.
Atento a esses desafios, o Ministério da Saúde vem executando ações que visam à promoção da saúde, prevenção e atenção às DCNT, buscando reduzir a prevalência dos principais fatores de risco e, conseqüentemente, da morbimortalidade associada a essas doenças.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Noções Gerais sobre Hipertensão Arterial

Hipertensão Arterial é definida como a elevação permanente da pressão arterial acima de valores considerados normais.
Considera-se hipertensão arterial o valor de pressão arterial sistólica (PAS) igual ou superior a 140 mmHg ou pressão arterial diastólica (PAD) igual ou superior a 90 mmHg. São classificados como “normal limítrofe” os valores entre 130 e 139 mmHg de pressão arterial sistólica e 85 e 89 mmHg de pressão arterial diastólica.
A principal conseqüência da HAS é o aumento do risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, sendo responsável por 40% das mortes por Acidente Vascular Encefálico (AVE) e 25% dos óbitos por doença arterial coronariana. A elevação da PAS acima de 130 mmHg e da PAD acima de 85 mmHg, correlaciona-se com maior risco de complicações cardiovasculares e esta tendência torna-se cada vez mais acentuada a medida que os níveis pressóricos tornam-se mais elevados.
Os níveis elevados de pressão arterial estão relacionados a uma menor expectativa de vida. Assim a hipertensão tem elevado custo médico-social por ser um fator de risco importante para doença cardiovascular, cerebrovascular, insuficiência cardíaca, insuficiência renal e aterosclerose periférica.

Noções Gerais sobre o Diabetes

O Diabetes Mellitus (DM) é um distúrbio do metabolismo caracterizado pela ineficiência parcial ou total de insulina ou por uma resistência a ela. A insulina auxilia o organismo a usar os alimentos como fonte de energia. Nas pessoas com diabetes, ou o pâncreas para de fabricar a insulina, ou o organismo não consegue utilizá-la de forma eficiente. Sem a ação da insulina, a glicose, principal fonte de energia que utilizamos, fica circulando na corrente sanguínea, levando ao aumento dos índices de glicose, gerando então a hiperglicemia.
A Diabetes é uma das doenças crônicas mais freqüentes, atingindo mais de 7% da população brasileira.
Os tipos de diabetes mais conhecidos são:

Diabetes Mellitus Tipo 1
A falta de insulina ou a sua produção insuficiente pelo corpo estabelece como condição ao indivíduo a aplicacação de insulina. Ocorre com maior frequência em jovens.

Diabetes Mellitus Tipo 2
É o caso de pessoas que produzem insulina, porém esta não funciona de forma adequada. Atinge mais os adultos, pessoas com antecedentes familiares de Diabetes ou com o excesso de peso. Alimentação adequada, exercícios físicos, controle do peso, e em alguns casos o uso de medicamentos, seja a própria insulina ou comprimidos, ajudam no controle do Diabetes Tipo 2. Quando bem controlado, muitas complicações crônicas como: lesões graves e potencialmente fatais, como o infarto do miocárdio, derrame cerebral, cegueira, impotência, nefropatia, úlcera nas pernas e até amputações de membros, podem ser evitadas e o paciente portador do diabético pode ter uma vida perfeitamente normal.